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Gerador de Código de Barras ISBN para Livros

Gere o código de barras Bookland EAN-13 a partir do ISBN-13, com ou sem hifens, ajuste a altura das barras e baixe em PNG ou SVG.

Mehmet Demiray Publicado Atualizado
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Gerador completo de códigos de barrasFerramenta central para gerar EAN, UPC, Code 128, Code 39 e outros formatos em um só lugar, com ajuste de tamanho e download em PNG ou SVG.
Digite um ISBN de 13 dígitos, com ou sem hífens.
Multiplicador da largura do módulo. Valores maiores geram um código de barras mais largo.
Altura das barras (em milímetros).
Exibe o ISBN como texto legível junto ao código de barras.

Do ISBN ao código de barras

Todo livro publicado comercialmente precisa de um código de barras impresso na capa, e esse código nasce diretamente do ISBN. Os ISBNs modernos começam com os prefixos Bookland 978 ou 979, e isso não é coincidência: esses prefixos transformam o número do livro em um EAN-13 válido. Na prática, um ISBN-13 já é um número EAN-13, então o código de barras gerado usa exatamente a mesma estrutura de 13 dígitos e o mesmo cálculo de dígito verificador. Você informa o ISBN-13, com ou sem hifens, e a ferramenta valida o número, confere o dígito final e desenha as barras prontas para escaneamento no caixa de qualquer livraria. Acima das barras aparece o ISBN em formato legível, como manda a convenção editorial. Depois é só baixar em PNG, para usar em provas rápidas, ou em SVG, ideal para gráficas que precisam de qualidade vetorial. Se você já trabalha com outros formatos, o gerador EAN-13 segue a mesma lógica para produtos em geral.

Anatomia de um ISBN

Um ISBN-13 parece apenas uma sequência longa de números, mas cada bloco carrega um significado. São cinco partes, normalmente separadas por hifens para facilitar a leitura humana. O primeiro bloco é o prefixo, 978 ou 979, que identifica o produto como um livro dentro do sistema EAN. Em seguida vem o grupo de registro, que indica o país ou a área linguística: o Brasil usa o 65, por exemplo. O terceiro bloco é o registrante, ou seja, a editora específica. O quarto é o número da publicação, atribuído pela própria editora a cada título e edição. O último dígito é o verificador, calculado a partir dos doze anteriores para detectar erros de digitação ou leitura. Editoras maiores recebem blocos com mais publicações disponíveis, enquanto autores independentes costumam registrar títulos individualmente. Entender essa divisão ajuda a conferir se o número está correto antes de gerar a arte. A ferramenta cuida do dígito verificador automaticamente, então você não precisa calcular nada à mão.

Como obter um ISBN

O código de barras só faz sentido depois que você tem um ISBN oficial, e ele não é gerado por nenhuma ferramenta online. Cada país possui uma agência nacional responsável por atribuir os números. No Brasil, o registro é feito pela agência nacional do ISBN, vinculada à Câmara Brasileira do Livro. Você se cadastra, informa os dados do título e recebe o número único daquela edição. Vale lembrar que cada formato exige um ISBN próprio: a versão impressa, o e-book e o audiolivro do mesmo conteúdo recebem números distintos. Editoras que publicam com frequência podem solicitar um bloco com vários ISBNs de uma vez, o que reduz custo e burocracia por título. Autores independentes que lançam um livro por vez normalmente compram números avulsos. Depois que o ISBN-13 estiver em mãos, é aqui que ele vira um código de barras impresso, pronto para a capa. Guarde o número, porque ele identifica a obra em catálogos, livrarias e bibliotecas pelo resto da vida do título.

Onde posicionar o código na capa

A convenção é simples: o código de barras ISBN vai na quarta capa, ou seja, na contracapa, geralmente no canto inferior direito. Esse posicionamento facilita a leitura no caixa e mantém a frente do livro limpa para o design. Reserve uma área de fundo claro, de preferência branco, porque scanners têm dificuldade com barras impressas sobre cores escuras ou imagens. O tamanho importa: barras muito pequenas falham na leitura, então mantenha a escala próxima do padrão e evite reduzir abaixo de cerca de 80% do tamanho recomendado. Deixe também uma margem de silêncio nas laterais, o espaço em branco que o scanner usa para delimitar o código. Para preços impressos diretamente na capa, alguns mercados usam um código suplementar de 5 dígitos ao lado do principal, mas esse complemento é uma extensão separada e não faz parte deste gerador. Ao exportar em SVG, você garante que a gráfica imprima as barras nítidas em qualquer tamanho, sem o serrilhado típico de imagens ampliadas. Sempre faça um teste de leitura antes de fechar a arte final.

Validação e dígito verificador

Antes de desenhar qualquer barra, a ferramenta confere se o ISBN é matematicamente válido. O dígito verificador do ISBN-13 segue o mesmo cálculo do EAN-13: cada dígito da posição é multiplicado alternadamente por 1 e 3, os resultados são somados e o verificador é o valor que completa o próximo múltiplo de 10. Em notação compacta, o cálculo é assim:

d13=(10(i=112widimod10))mod10d_{13} = (10 - (\sum_{i=1}^{12} w_i \cdot d_i \bmod 10)) \bmod 10

onde wiw_i alterna entre 11 e 33. Se o dígito informado não bater com o calculado, há um erro de digitação em algum lugar. Você pode colar o ISBN com hifens, sem hifens ou com espaços, porque a validação ignora esses separadores e olha apenas para os dígitos. Códigos antigos de 10 dígitos também são aceitos: a ferramenta converte para ISBN-13 acrescentando o prefixo 978 e recalculando o verificador. Essa checagem evita que um livro chegue à gráfica com um código que nenhum leitor de caixa consegue escanear, poupando uma reimpressão cara.

As que mais respondemos.

O código de barras ISBN é diferente de um EAN-13 comum?

Na estrutura, não. Um ISBN-13 moderno já é um número EAN-13 que começa com 978 ou 979, então o desenho das barras e o cálculo do dígito verificador são idênticos. A diferença é apenas conceitual e de uso: esse subconjunto do EAN é chamado de Bookland e serve exclusivamente para livros. Se você precisa de um código para produtos em geral, use o gerador EAN-13.

Posso colar o ISBN com hifens?

Sim. Você pode informar o número com hifens, com espaços ou totalmente colado, como em 978-65-1234-567-8. A ferramenta remove os separadores automaticamente e usa apenas os dígitos para validar e gerar o código de barras. Os hifens existem só para facilitar a leitura humana e não alteram em nada o resultado escaneável.

Preciso de um código de barras separado para o preço?

Em alguns mercados, o preço é impresso em um código suplementar de 5 dígitos, o add-on EAN-5, colocado ao lado do ISBN. Esse complemento é uma extensão separada e não faz parte deste gerador, que cuida apenas do código principal do livro. Muitas editoras preferem não fixar o preço no código de barras para poder reajustar valores sem reimprimir a capa.

E os ISBNs antigos de 10 dígitos?

Eles ainda funcionam. Se você tem um ISBN-10 de uma edição mais antiga, a ferramenta converte para o formato ISBN-13 acrescentando o prefixo 978 e recalculando o dígito verificador. O código de barras gerado segue o padrão atual de 13 dígitos, que é o exigido em livrarias e catálogos hoje em dia.

Em que formato posso baixar o código de barras?

Você pode exportar em PNG, prático para conferências rápidas e visualização na tela, ou em SVG, que é vetorial e mantém as barras nítidas em qualquer tamanho de impressão. Para enviar à gráfica, o SVG é a escolha mais segura, porque evita o serrilhado que aparece ao ampliar imagens em PNG.

Onde devo colocar o código de barras na capa do livro?

A convenção é posicionar o código na contracapa, geralmente no canto inferior direito, sobre fundo claro. Mantenha uma margem de silêncio nas laterais e evite reduzir a escala demais, abaixo de cerca de 80% do tamanho recomendado, para que os leitores de caixa consigam escanear sem falhas. Sempre faça um teste de leitura antes de fechar a arte.